quarta-feira, 25 de maio de 2011

Dia do Desafio

Natação, corrida, matemática, baralho ou caça-palavras. Seja qual for a ativdade não deixe de comemorar o dia do desafio.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Febre nos Estados Unidos e sonho dos Brasileiros

Não são computadores nem smartphones. Estão algures no meio e oferecem uma experiência completamente nova aos utilizadores. Os tablets são o gadget da moda, mas mais do que isso, estão a mudar o mundo, sobretudo o mundo da imprensa.
Num jornal de Porto Alegre (RS) já é possível perceber na não da apresentadora um tablet, mas isso não significa que os tablets são febre no Brasil. Uma reportagem no Jornal da Globo do dia 13/05/2011 indica que as vendas de tablets no Brasil não passam de 1%!!!

domingo, 22 de maio de 2011

Em Breve

Matrix produçöes e eventos vai criar uma surpresa pra quem gosta de festa!
Aguarde!

Refletindo

É sempre no final do Domingo, a tristeza nos invade até percebermos que a triteza nunca o deixará feliz!
Ao invés de chorar, por que não sonhar?
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Incrível!!! Não sei quem criou, mas meus parabéns!!!

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Mais Um Sucesso da Disney!

Sparrow, Jack Sparrow. A legitimação do charme do sujinho, o sex appeal
Johnny Depp e Penélope Cruz em cena do novo 'Piratas do Caribe
do excêntrico, a piada pastelão sem culpa, o retorno do herói bufão. Enfim, o James Bond mulherengo dos mares nunca dantes governados. Eis então que chegamos ao quarto filme da saga que costuma ocupar boa parte das lojas Disney espalhadas pelo mundo. Piratas do Caribe - Navegando em Águas Misteriosas volta apontando os nomes e nomeando os dedos dos que mandam na casa: Johnny Depp e Jerry Bruckheimer. E desta vez, ambos vêm muito bem acompanhados pelo bronze e sotaque de Penélope Cruz.
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Depp, como vocês devem saber, é o ator que sustenta todos os atributos do protagonista acima citado. Bruckheimer é o produtor por trás de todos os sets gigantes que fazem os cenários do Projac parecer maquete de colégio. Já Penélope, se carece de introdução, é a latina sempre muy caliente que vai dar ao filme sua cota de momentos entre tapas e beijos. O artista e o empresário, agora com uma nova musa, retomam então o comando do navio que não costuma errar seu caminho, e por caminho entenda-se bilheteria. Não será diferente desta vez.
Em uma aposta alta de Bruckheimer, a saída de cena de Gore Verbinski, que assumiu a direção dos três primeiros filmes da saga, abriu espaço para e entrada do diretor-coreógrafo Rob Marshall, que retribui o voto de confiança (e o salário) dando mais velocidade às peripécias de Sparrow e, não só, entregando novamente ao protagonista sua verve sedutora, quase como uma versão rastafári e, literalmente, pirata, do Capitão Blood de Errol Flynn.
E tome cenas de perseguições, seres míticos e brigas de espadas que, claro, com o advento do 3D, volta e meia tentarão escapulir para fora da tela. Tudo isso muito bem ensaiado por Marshall, homem dos musicais e das cenas muito bem ensaiadas. O balé serve de ritmo para uma trama em que, autoironia da franquia, brinca com sua dependência do carisma de Johnny Depp e da energia que ele ainda tem a oferecer à saga. Como já havia sido anunciado no desfecho do terceiro filme, o tesouro perdido desta vez não podia ser mais óbvio em sua mensagem: todos estão à caça da Fonte de Juventude, de permanecer quente e novo.
Após uma bem-sucedida escapulida do palácio inglês - em cenas que, pós-casamento real, nos lembra o quão genuinamente engraçada pode ser a coroa britânica - vemos Sparrow procurar um novo navio para embarcar, já que ele não tem mais o Pérola Negra para chamar de seu. Salvo de um guarda real por seu pai - sim, Keith Richards volta a dar sua bem-humorada "palhinha" como o genitor do anti-herói -, Sparrow esbarra com Penélope Cruz, aqui no papel de Angélica, a moça boa de espada e decotes.
A bordo do navio de ninguém menos que o cruelmente lendário Barba Negra (Ian McShane), Sparrow e Angélica partem à procura da tal juventude que todos procuram. Para tanto, precisam lidar com os ingleses, capitaneados agora pelo Barbossa de Geoffrey Rush, e com os espanhóis. O clima de amigos, amigos, negócios à parte dá o tom do filme que joga seus personagens ao bel-prazer dos interesses mundanos, e o faz com alguns dos melhores e mais sagazes diálogos de toda a saga Piratas do Caribe.
Os efeitos especiais ajudam na construção dos elementos míticos e chegam a dar até uma atualização a algumas lendas. De outra forma não teríamos sereias com jeitinho de família Cullen (para quem anda por fora, vampiras). A fotografia lida bem com a escuridão de várias cenas e a trilha orquestrada de Hans Zimmer cai como uma luva para o quase melodramático Sparrow - e é preciso bater palmas para uma bem sacada piada que essa mesma trilha faz no fim do filme.
A se falar em seu desfecho, sem poder revelar muito, pode-se dizer apenas que há uma certa semelhança entre a caminhada final de Navegando em Águas Misteriosas com aquele clássico diálogo de encerramento deCasablanca. O pirata vislumbra seu futuro e fala aqui em nome de Johnny Depp, ator que prefere deixar o tempo responder quando alguém invariavelmente lhe pergunta: Jack Sparrow irá voltar? Pelo tom da cena pós-créditos, já dá pra responder que o convite do produtor Jerry Bruckheimer permanece de pé.
 
Fonte:Terra

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O Mundo Não Acabou

 AcabouDurante essa semana todos no mundo estavam assustados pois um Evangélico chamado Harold Campig da "Family Radio" pensou que neste sábado passado (21/05/2011) o mundo iria acabar!
Essa família chegou a essa conclusão depois de ter lido a bíblia. Um site em português explica passo a passo a matemática feita por Camping: o juízo final começaria 7 mil anos depois do grande dilúvio, que teria acontecido em 4990 a.C.

Criticado por cristãos americanos, o grupo já foi chamado de seita e Camping acusado de ser "falso profeta". A sede brasileira da Family Radio não respondeu aos e-mails enviados pelo Estado na manhã de ontem.
Fonte: O Estado de S.Paulo